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quinta-feira, 11 de junho de 2009

CINCOENTA X CINQUENTA, CATORZE X QUATORZE

Podemos escrever catorze ou quatorze: as duas formas estão corretas.
E cincoenta?
Cincoenta não existe, mas cinqüenta, que agora, com a reforma ortográfica, passa a ser grafado sem o trema.

Portanto, posso dizer catorze lápis ou quatorze canetas, cinquenta papéis ou cinqüenta bolsas (até o final da transição). Mas não cincoenta alguma coisa.

18 comentários:

  1. "VOCÊ É FÃ DO PASQUALE?"

    Nunca. Nem de brincadeira.
    Um personagem conservador, preconceituoso-linguístico e oportunista.

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  2. por falar em reforma... Então quer dizer que graúna continuará graúna, já que o "u" tônico não vem depois de ditongo...

    e quanto a n mais usar acento nas paroxítonas ditongo aberto éi ói... porque não incluiram aí o éu... não existe paroxitona com o éu?

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  3. Por falar em acordo... Quer dizer que graúna, por exemplo, continuará sendo grafada graúna, já que o “u” Tônico desta paroxítona não vem após ditongo?

    E quanto a não mais acentuar os ditongos abertos éi e ói nas paroxítonas, pq não fizeram constar nada sobre o “eu”? Não há paroxítonas com éu, e isso?

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  4. Graúna permanece. O texto do acordo é esse, Kirk.

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  5. E por que não pode ser cincoenta?
    E pode ser catorze?

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  6. Boa noite, Daniele



    Não pode ser cincoenta e pode ser catorze porque a língua é assim.

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    Respostas
    1. Pois é...Pq catorze pode e cincoenta não pode? Responder "pq a língua é assim" é muitoi fácil. O mais honesto é dizer que,por causa de uma " idiotice politicamente correta" (ou canetada política",se quiser) assassinaram a gramática",com o pretexto de unificar a língua portuguesa entre os países que usam este idioma. Grande besteira! Por causa disso, eu, que tenho 54 anos, vou ter que desaprender na marra o que aprendi desde criança só pq virou decreto? Tipo da medida inútil e que só gera confusão. Em vez de tomarem medidas realmente necessárias,inventam essas aberrações!

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  7. Por muitos anos usei cincoenta à cinquenta

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  8. Olá, Lourival, boa noite!

    É bastante comum a confusão, até pelo consentimento ao termo catorze. Daí a postagem.
    Uma ótima noite!

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  9. Eu sempre usei cincoenta, em lugar de cinquenta, pensando escrever corretamente.
    Maria, o seu blog é ótimo! Agora o sigo por e-m ail!
    Continue publicando, sempre. Obrigado pelas ótimas dicas de português.
    Geraldo da Silva Telles

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  10. É o melhor blog de português que já vi! Parabéns pela iniciativa!!
    João Alberto de Carvalho

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  11. Colega, acho-me no dever de divulgar uma informação que julgo necessária para o entendimento cultural, e de cunho vernáculo, desta língua portuguesa.
    O termo "cincoenta", abundantemente usado ainda, deve-se que antigamente, creio de antes de uma das reformas ortográficas ocorridas ao longo do século XX, mais precisamente nos anos 1930, o termo era CINCOENTA MIL RÉIS, por exemplo. Para isso basta pesquisar.

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  12. Olá, A. Silvério, boa noite!

    Obrigada pela contribuição, valiosa a título de observação e curiosidade. Entretanto, deve-se ficar atento para a inadmissibilidade do termo "cincoenta". O pecado, na escrita, gera pontos perdidos, em uma prova.

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  13. como posso pontuar essa parlenda
    O rato roeu a roupa do rei de Roma e a rainha de raiva roeu o resto???
    obrigada Mari

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  14. Olá, Eduardo, boa tarde!

    Em "O rato roeu a roupa do rei de Roma e a rainha de raiva roeu o resto" utiliza-se a aliteração, que consiste na repetição ordenada dos mesmos sons consonantais.
    Um abraço e escreva, sempre e quando precisar.

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  15. Olá, Paulo Menezes, bom dia!

    Calma! Não se poder escrever "cincoenta" não tem nada a ver com a nova ortografia da língua portuguesa. Postei a matéria a título de curiosidade da língua, que é, já, antiga.
    A unificação trouxe modificações quanto à queda do trema e de alguns acentos (é difícil escrever assembleia, ideia e jiboia, veem e creem sem acento) e relativamente ao hífen. Aliás, é com o hífen a maior preocupação no saber escrever, agora. Quando juntar? Quando separar? Quando a letra dobra? Se as letras são iguais, separa-se com hífen. Se diferentes, junta-se. H: separa-se e usa-se o hífen. “R” e “S”, perto das vogais, dobram. "R" e "S" não se juntam com consoantes. Esta é a regra geral. Um decoreba.
    Qual a utilidade do acordo ortográfico?
    Então, concordo com você. Há coisas mais importantes do que mudar a maneira de se escrever as coisas.
    Um abraço e um ótimo dia!

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  16. Curioso e interessante. Seu blog de português é sensacional!
    Resolvi muitas dúvidas e virei fã.

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  17. A palavra *compartilhações* existe?
    Karen Sousa

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ITANHAÉM, MEU PARAÍSO

ITANHAÉM, MEU PARAÍSO
Praia, sol, mar... plantas, flores, frutos, floresta, morros, cachoeiras, rios... a natureza em todas as suas potencialidades. O belo, próximo. Itanhaém, meu paraíso.

QUEM SOU EU

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Já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, em que as coisas se transformam e ganham vida. Sempre mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto, colho, podo, cozinho, preparo conservas, planejo, crio, invento, pinto e bordo, sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida torna-se viva, pulsante.

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

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